domingo, 26 de abril de 2009




Soneto do Amor Total


Amo-te tanto, meu amor...não canteO humano coração com mais verdade...Amo-te como amigo e como amanteNuma sempre diversa realidade.Amo-te afim, de um calmo amor prestanteE te amo além, presente na saudade.Amo-te, enfim, com grande liberdadeDentro da eternidade e a cada instante.Amo-te como um bicho, simplesmenteDe um amor sem mistério e sem virtudeCom um desejo maciço e permanenteE de te amar assim, muito e amiúdeÉ que um dia em teu corpo de repenteHei de morrer de amar mais do que pude.


Vinicius de Morais

3 comentários: